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Ciesp apoia campanha ‘Reforma Política Já’

Principais jornais do Brasil veiculam a peça, assinada por mais de 200 entidadesDurante evento de comemoração do 65° aniversário do banco, presidente da Fiesp e do Ciesp defende retomada das liberações de crédito

Agência Indusnet Fiesp

Os principais jornais do Brasil publicaram nesta quinta-feira (25 de maio, Dia da Indústria) anúncio assinado pela Fiesp e mais de 200 entidades com um apelo pela Reforma Política. O Ciesp é uma das entidades que apoia a campanha.

Clique aqui para ter acesso ao site da Reforma Política Já.

Eis o texto do anúncio:

REFORMA POLÍTICA JÁ

Ninguém mais duvida que o sistema político brasileiro precise mudar profundamente. Esse sistema está na raiz das crises a que temos assistido, indignados, e que têm paralisado o país, atrapalhado a retomada do crescimento e a volta dos empregos. Quatorze milhões de desempregados não podem mais esperar.

Há anos, todos falam em reforma política, mas ela nunca acontece. Até hoje não foi feita porque cada partido defende sua própria reforma, que atenda a seus próprios interesses.

Chega! Está na hora de fazer uma reforma que atenda aos interesses maiores do Brasil. Uma reforma que devolva ao cidadão o sentimento de estar bem representado pelos políticos por ele eleitos.

A Reforma Política precisa ser feita já, para que esteja em vigor nas próximas eleições gerais, em outubro de 2018.

“Ciesp apoia campanha ‘Reforma Política Já’

Fonte: CIESP

“BNDES precisa fazer em seis meses o que faria em seis anos”, afirma Skaf

Durante evento de comemoração do 65° aniversário do banco, presidente da Fiesp e do Ciesp defende retomada das liberações de crédito

Agência Indusnet Fiesp

Para viabilizar a retomada da economia, “o BNDES precisa fazer em seis meses o que faria em seis anos”, afirmou nesta terça-feira (20 de junho) o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, durante evento no Rio em comemoração ao 65º aniversário do banco. É preciso, disse, que sejam retomadas as liberações de crédito, para investimento e também para capital de giro.

“Alguns setores da indústria caíram 30%”, lembrou Skaf. “Temos que ser realistas. Essas empresas passam por dificuldade e não é por culpa delas. Para retomar crescimento, o que é possível fazer de mais imediato? Crédito”. Segundo o presidente das entidades da indústria paulista, o crédito do BNDES caiu 35% em 2016. “O BNDES estava fazendo caixa. Voltar com essas empresas que estão no sufoco não é uma prioridade? O BNDES precisa fazer em seis meses o que faria em seis anos”, afirmou Skaf.

Para o longo prazo, disse o presidente da Fiesp e do Ciesp, o BNDES precisa dar atenção à nova revolução industrial, com seus novos processos produtivos e tecnologias, estimulando a inovação.

“BNDES precisa fazer em seis meses o que faria em seis anos”, afirma Skaf

Fonte: CIESP

Confiança do agronegócio cede 3,9 pontos no 1º trimestre e se mantém em nível otimista

Confiança do agronegócio cede 3,9 pontos no 1º trimestre e se mantém em nível otimista

Índice é 17,9 pontos superior ao mesmo período de 2016, apesar do leve recuo

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro), medido pelo Departamento do Agronegócio da Fiesp (Deagro) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), caiu 3,9 pontos no 1º trimestre deste ano em relação ao 4ª trimestre de 2016, ficando em 100,5 pontos. Na comparação com o 1º trimestre de 2016, o índice é 17,9 pontos superior, o que mostra que a mudança no patamar de confiança em relação ao ano anterior se mantém.

Apesar da oscilação para baixo do ICAgro no trimestre analisado, os produtores e empresas que compõem o agronegócio mantiveram-se na faixa acima de 100 pontos. De acordo com a metodologia do estudo, pontuação acima de 100 pontos corresponde a otimismo e resultados abaixo disso indicam baixo grau de confiança.

Ainda que tenha ocorrido uma queda no índice geral, as indústrias de insumos mantiveram-se em um patamar elevado de confiança, em 109,4 pontos. “O resultado positivo advém de uma safra recorde de grãos, que tende a elevar a demanda deste segmento, como foi possível observar nos resultados de entregas de fertilizantes, bem como nas vendas de máquinas agrícolas, em recuperação em relação aos anos anteriores”, aponta Antonio Carlos Costa, gerente do Deagro da Fiesp. De acordo com os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), de janeiro a março deste ano foram vendidos, no mercado brasileiro, 9,5 mil tratores de rodas, cultivadores e colhedeiras, um crescimento de 45% sobre o mesmo período do ano passado.

Para a indústria Depois da Porteira, em especial as de “Alimentos”, a queda no 1º trimestre deste ano em relação ao 4º trimestre de 2016 foi de 2,6 pontos, para 102,0 pontos, mantendo o patamar otimista. A percepção dessas empresas sobre a economia brasileira melhorou no período avaliado, mas houve uma relativa perda de otimismo com as condições do negócio. O sentimento é reforçado pelos dados de vendas no varejo de alimentos e bebidas divulgados pelo IBGE, que registrou recuo de 3,1% no mesmo trimestre pesquisado.

O índice do Produtor Agropecuário também recuou no fechamento do 1º trimestre – queda de 7 pontos, para 95,5 pontos. Esse cenário foi impactado especialmente pelo Produtor Agrícola, que ficou em 97,5 pontos, 8,2 pontos abaixo do último trimestre de 2016. Apesar da constatação de uma preocupação muito menor que o usual do produtor em relação ao clima e das ótimas avaliações quanto à produtividade, o resultado foi fortemente afetado pela queda nos preços dos principais produtos agrícolas.

A percepção é que o período de alta nas cotações de soja, milho, açúcar e etanol – cujos picos foram registrados de maio a novembro do ano passado – ficou para trás. Os preços da laranja, ainda em alta, e do café, relativamente estáveis, são as exceções.

Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB, aponta que “o resultado deste início de 2017 poderia ser pior, não fosse o excelente desempenho das safras de soja e milho, que apresentam ganhos de produtividade de 16,3% e 28,8%, respectivamente, em relação à safra anterior, segundo a Conab”. A liderança cooperativista esclarece, ainda, que o indicador de produtividade atingiu o valor mais elevado da série histórica, ajudando a segurar uma queda mais acentuada no otimismo dos produtores agrícolas.

Por fim, o índice de Confiança do Produtor Pecuário fechou em 89,5 pontos, 3,7 pontos abaixo do 4º trimestre do ano passado. Assim como ocorreu com os produtores agrícolas, os preços estão entre os aspectos sobre os quais a percepção dos criadores mais piorou. Entre dezembro de 2016 e março deste ano, as cotações do boi caíram 4% – a queda acumulada em doze meses é de 8%. Esses números explicam a desconfiança dos pecuaristas de corte. No caso do leite, os preços neste ano subiram 4% de dezembro do ano passado a março deste ano. Ainda assim, estão quase 20% abaixo do pico registrado em agosto de 2016.

Segundo o Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, “o nível de otimismo está em linha com os dados divulgados na última semana pelo IBGE, que apontou um crescimento de 13,4% do PIB da agropecuária no primeiro trimestre de 2017. Ainda que ocorram oscilações naturais de humor fica evidente a competência e a capacidade do agronegócio em gerar bons resultados para a economia e a sociedade brasileira, tão necessários para impulsionar a retomada do crescimento e a geração de empregos”.

Clique aqui para ter acesso ao estudo completo.

Fonte: CIESP

Setores industriais entregam proposta sobre desoneração da logística reversa à secretaria do meio ambiente

Antonio Velloso, secretário adjunto de meio ambiente do Estado, recebeu o documento e dará encaminhamento aos pleitos

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

Nesta quarta-feira (07/06), durante a Semana do Meio Ambiente da Fiesp e do Ciesp, o secretário adjunto de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Antonio Velloso, recebeu documento com proposta de diversos setores industriais voltados à Logística Reversa (LR), para a simplificação de obrigações tributárias no Estado, no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente. A parceria de diversos setores possibilitou elaborar e apresentar um documento com propostas com o devido consenso para que se pudesse avançar em tratativas com a Secretaria da Fazenda.

No documento, encontram-se seis pleitos comuns. Entre eles, a desoneração de produtos inservíveis transportados e sujeitos a tributo e igualmente a desoneração dessa cadeia de transporte, pois também está sujeita à cobrança de ICMS. O terceiro ponto envolve o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), para o Estado de São Paulo, que poderia ser beneficiado por convênio para operações interestaduais.

Outros pontos envolvem as indústrias que trabalham com resíduos de vidros, para que São Paulo faça sua adesão a convênio já aprovado no Confaz que concede isenção de ICMS na movimentação desse tipo de resíduos. E, ainda, a possibilidade de São Paulo regulamentar o diferimento de ICMS na movimentação de resíduos que envolvem lavagem, secagem e reaproveitamento.

Para as entidades que entregaram o documento, a questão tributária é um dos principais entraves à LR e o desenvolvimento econômico dos setores. Alterações nesse sentido, argumentam, não irão gerar perda de arrecadação. Assinam o documento, entre diversas entidades: Abinee, Abividros, Abrafiltros, Eletros, Reciclos, Anip, Reciclanip, Green Eletron.

Segundo o secretário Velloso, o pleito de simplificação da burocracia – obrigação tributária acessória – será estendido àquelas empresas que tiverem termos de compromisso (TC) celebrados com a Secretaria do Meio Ambiente, mas aquelas que se encontram fora dos TCs precisam fazer a adesão obrigatoriamente.

“Trata-se de documento prático e simbólico, fruto de conversas esparsas na secretaria com associações e que solicitavam ajuda com a burocracia da logística reversa. Eu expliquei que o setor privado deveria retornar à secretaria com documento representativo do setor produtivo como um todo para mecanismo de apresentação à Secretaria da Fazenda. Somos facilitadores e queremos muito que essa simplificação tributária venha e a logística reversa tenha mais este incentivo e atinja seus objetivos de equacionar mecanismos possíveis especialmente quanto ao lixo urbano, saneamento e destinação adequada. O chamado transporte de sucata também vai gerar pedido de desoneração, o que não irá gerar perda de arrecadação em virtude do custo tributário; esse transporte nem é feito hoje, e o resíduo deixa de ser reciclado. É uma situação mais simples que o governo pode resolver. Saímos daqui com uma grande esperança de implementar isto”, concluiu.

Setores industriais entregam proposta sobre desoneração da logística reversa à secretaria do meio ambiente

Durante a Semana do Meio Ambiente da Fiesp e do Ciesp, entidades industriais entregaram à Secretaria do Meio Ambiente proposta de desoneração da logística reversa. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Fonte: CIESP

BNDES: NOVA ESTRUTURA E PROGRAMAS PARA A ÁREA DA SAÚDE

BNDES: NOVA ESTRUTURA E PROGRAMAS PARA A ÁREA DA SAÚDE

Paulo Skaf, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), convida para o evento

Com João Paulo Pieroni, Gerente de Departamento do Complexo Industrial e Serviço de Saúde (Deciss)

Comece o ano entendendo as novidades na área da saúde dentro do BNDES: agora, indústria e prestadores de serviço fazem parte da mesma estrutura. Saiba mais sobre os novos programas de inovação, condições de financiamento e recursos, condições e garantias que impactarão os processos. E faça parte do novo GT do ComSaúde sobre as novas condições de fomento.

Participe!

07 de fevereiro de 2017

Às 9h30

Inscreva-se

Av. Paulista, 1313 - 4o andar - Auditório - São Paulo - SP

Fonte: FIESP CIESP

 

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