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CIESP São Carlos escolhe o “Industrial do ano de 2018”

Empresário revela como mudou conceito e passou a exportar mais

Ubiraci Corrêa receberá título de Industrial do Ano pela Câmara após indicação do Ciesp.

“Antes eles compravam da gente, agora nós é que vendemos para eles”.

Há mais de 30 anos em São Carlos, à frente de uma indústria familiar que se tornou referência em grandes equipamentos para saneamento, bombeamento e águas subterrâneas, Ubiraci Moreno Pires Corrêa conta que quando entrou para a empresa, em 1987, os produtos já eram exportados, mas o conceito era outro. “Antes, os clientes compravam de nós, e o que fizemos foi inverter o jogo, agora nós é que vendemos para eles”, afirma. Aos 59 anos, Ubiraci será homenageado com o título de “Industrial do Ano”, pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) - São Carlos no próximo dia 26, em solenidade comemorativa ao Dia da Indústria, celebrado em 25 de maio.

O conceito de exportação, segundo ele, foi modificado em decorrência de uma mudança de atitude dentro da própria empresa. “Colocamos nossos profissionais no exterior para conhecer a realidade dos clientes, entender suas necessidades e as futuras aplicações de nossos produtos. Com esse aporte, redirecionamos nossas ações e começamos a vender nossos produtos para eles, em vez de eles comprarem de nós”, explica. Com isso, o faturamento da empresa aumentou.

Mas a luta do industrial para que pudesse manter viva, produtiva e atuante a empresa da família já dura mais de 30 anos. “Ser industrial é ser idealista. O tempo todo temos que enfrentar custos elevado de obtenção de capital de giro, lidar com clientes que não pagam, corrigir processos de produção, pagar elevados impostos, compreender e melhorar as condições dos funcionários e, ainda assim, por vezes não ser compreendido por eles, enfim, temos que estar dispostos a enfrentar muitos leões por dia”, ressalta.

De pai para filho

A inspiração para as batalhas diárias vem dos pais. “Sempre vi meu pai levantar cedo para trabalhar e minha mãe se dedicando à casa e aos filhos o dia inteiro. Sempre ajudei meus pais em casa, quer dizer, eu tive bons exemplos, arregacei as mangas e me empenhei”. E ao longo da vida, os princípios aprendidos também foram transmitidos aos filhos. “Procurei transmitir valores como honestidade, ética e amizade aos meus filhos, claro, incentivando de todas as formas a busca do conhecimento, que é o que nos permite progredir”, conta.

Unindo forças

Quando assumiu a Prominas Brasil, em 1987, a pedido de seus irmãos, que já trabalhavam na empresa, Ubiraci precisou realizar algumas mudanças no quadro de colaboradores, deixando na equipe apenas as pessoas que tinham os mesmos objetivos de crescimento na área. E apesar de ter sido um período duro, eles conseguiram recuperar a situação e transformar o negócio em uma empresa sadia, sólida e líder de mercado. O empresário atribui o sucesso a um trabalho em equipe. “Sempre digo que é como uma orquestra, cada um tem um papel fundamental para que haja harmonia. Eu posso ser o maestro, mas o maestro sem uma boa orquestra não pode ser bem-sucedido, então a atuação de cada um foi fundamental”, reconhece.

Outra atitude que sempre permeou a vida dele é a participação voluntária em associações. “Hoje faço parte do Ciesp, da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e da Abas (Associação Brasileira de Águas Subterrâneas), sem contar que também integro o Rotary Club e a Maçonaria. Isso porque eu acredito que participar de uma associação é a única forma de lutar por igualdade de condições e defender regras que possam minimizar os problemas”, justifica.

Para Ubiraci, a participação em associações deveria ser uma obrigação de todos. “E não falo em obrigação legal, porque sou contra, mas falo em obrigação moral. Associar-se é uma forma de aumentar a força para conseguir as mudanças que são necessárias. Por exemplo, recentemente o Ciesp conseguiu uma liminar contra uma cobrança exagerada da Cetesb, e isso é resultado da força de nosso trabalho. Agora os não associados querem se beneficiar disso também, e não é justo”, fala.

Industrial do Ano

O título de “Industrial do Ano” foi criado em 19 de novembro de 1975, por meio da Lei Municipal nº 7.517, pelo então Prefeito, Mário Maffei. O nome de Ubiraci Corrêa foi escolhido na última reunião mensal do Ciesp, realizada em abril. Ele receberá uma homenagem da entidade durante jantar realizado no próximo dia 26, que comemora o Dia da Indústria, celebrado em 25 de maio. O título oficial será entregue pela Câmara de Vereadores no dia 31 de agosto.

Reformas econômicas e ajuste fiscal criam condições para o crescimento sustentado do agronegócio.

Outlook Fiesp

Outlook Fiesp

Cenário brasileiro para 2018 é de retomada mais consistente da economia, sendo o agronegócio um destaque

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O agronegócio brasileiro, responsável em grande parte pelo início da recuperação econômica brasileira em 2017, continuará como um dos protagonistas no cenário internacional. Essa é uma das conclusões do “Outlook Fiesp 2027 – Projeções para o Agronegócio Brasileiro”, levantamento elaborado pelo Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp, que reúne as projeções do setor para a próxima década, em termos de produção, produtividade, área plantada, consumo doméstico e exportações.

O documento, divulgado nesta sexta-feira (15/12), destaca que o cenário brasileiro para 2018 é de retomada mais consistente da economia. “O desemprego deve continuar a trajetória de queda e a taxa básica de juros tende a ficar em patamar historicamente baixo. No curto prazo, o setor de alimentos estará entre os mais beneficiados pela recuperação do poder de compra da população, com impacto positivo no consumo de produtos que dependem mais do mercado interno. É o caso das proteínas animais, como as carnes e os derivados do leite, e também dos alimentos mais elaborados”, aponta o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

Para Skaf, no horizonte projetado, as reformas estruturais já feitas e as que ainda virão darão maior eficiência ao Estado e abrirão caminho para implementar políticas públicas mais eficazes. “A agrícola, por exemplo, poderá iniciar sua migração para um modelo mais robusto. Com novos cortes na taxa básica de juros – e sua permanência em nível adequado –, o custo do governo para a equalização do crédito rural tenderá a cair, o que abrirá espaço para finalmente haver um seguro de renda”.

Por outro lado, o estudo aponta que neste cenário, o real tende a ficar mais valorizado em relação ao dólar, o que deve significar margens apertadas aos produtores, como ocorreu em 2017, exigindo investimentos cada vez maiores em tecnologia e gestão.

Nesta edição do Outlook Fiesp, o cenário foi marcado pela grande variação entre as safras 2015/2016 e 2016/2017. Na primeira, as baixas produtividades tanto da soja quanto, principalmente, de milho, provocaram escassez no mercado interno. No caso do milho, os preços explodiram, prejudicando as cadeias das carnes. Na safra 2016/2017, a oferta foi abundante, fruto das excelentes produtividades em praticamente todas as principais regiões produtoras do País, que proporcionaram uma safra recorde. Também houve boas safras em outros países importantes, como os EUA, o que pressionou para baixo os preços internacionais.

Da mesma forma, no açúcar, as cotações recordes em 2016 passaram para um cenário de preços mais baixos em 2017. A valorização da moeda brasileira em relação ao dólar também não contribuiu para uma melhor precificação dos produtos agrícolas em geral.

“Apesar do risco climático inerente ao setor, projetamos uma menor volatilidade externa nos mercados agrícolas, após uma estabilização dos preços das commodities em geral. No mercado interno, apesar do risco político devido às incertezas quanto as eleições de 2018, trabalhamos com o cenário de retomada do crescimento econômico”, observa o gerente do Deagro, Antonio Carlos Costa.

Segundo o estudo, a produção brasileira de carne bovina deve alcançar 11,2 milhões de toneladas em 2027, alta de 21% no período projetado. A perspectiva para o produto é também positiva em relação ao consumo doméstico, que deve atingir 8,7 milhões de toneladas e às exportações líquidas, com 2 milhões de toneladas, aumentos de 14% e 53% na próxima década. Já o segmento de lácteos deve alcançar a produção de 46,2 bilhões de litros de leite, o que representa um incremento de 37%.

Para a soja, uma das principais culturas do país, a projeção do Outlook Fiesp para a safra 2026/2027 é de crescimento de 27% na produção. O consumo doméstico e as exportações também devem se manter em ascensão, com 15% e 43% de crescimento, respectivamente.

Se o documento avalia que a continuidade da agenda reformista tende a manter a moeda brasileira valorizada, alguns produtos como o açúcar, o café e o suco de laranja não sentirão tanto o efeito da valorização do real, posto que seus preços internacionais tendem a subir em dólar com o fortalecimento da moeda nacional, dada a alta participação das exportações brasileiras no mercado mundial. Para essas culturas, esse cenário tende a manter os insumos com preços mais baixos, além de promover a desalavancagem das empresas que detêm dívidas cotadas em dólares. Nesse sentido, as margens podem até melhorar”, observa Costa.

Sobre o Outlook Fiesp

O Outlook Fiesp é uma produção do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Devido à possibilidade de alteração nas estimativas em razão dos fatores de risco inerentes ao setor agrícola ou a mudanças nas expectativas macroeconômicas, a partir desta edição as previsões serão revisadas de forma periódica ao longo do ano ou caso algum evento mais relevante signifique uma modificação importante das perspectivas para as commodities analisadas. As atualizações realizadas poderão ser acompanhadas e estarão disponíveis para consulta e download, só clicar aqui

 

Fonte: http://www.ciesp.com.br/noticias/reformas-economicas-e-ajuste-fiscal-criam-condicoes-para-o-crescimento-sustentado-do-agronegocio-na-proxima-decada-aponta-estudo-da-fiesp/

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Reportagem da EPTV apresenta levantamento da FIESP sobre atividade da indústria em 2017.

Ciesp aposta em novo Distrito Industrial para atrair mais investimentos

Outlook Fiesp

Catedral Noite

A criação de um novo Distrito Industrial em São Carlos e de um ambiente de negócios favorável às indústrias já instaladas é o caminho mais adequado para atrair novos investimentos à cidade e região. A avaliação é do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), regional São Carlos.

Para o diretor-titular do Ciesp São Carlos, Emerson Chu, o município precisa proporcionar um ambiente de negócios favorável à indústria, pois apesar de suas universidades oferecerem mão de obra qualificada e a cidade possuir Centros de Pesquisas e Inovação de primeira linha, é fundamental contar com uma boa infraestrutura nas áreas de saúde, transporte público e educação básica, além de locais adequados para a instalação de novas indústrias.

“É preciso promover uma melhoria de competitividade da indústria local, que é quem gera empregos com maior especialização e, consequentemente, melhores salários, impulsionando os demais setores econômicos da região como comércio e serviços” comenta Chu.

Apesar do atual cenário econômico desfavorável, o diretor do Ciesp entende que 2018 é um ano de retomada lenta no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), mas projeta um ritmo melhor para 2019.

“Entendemos que o pior da crise enfrentada nos últimos anos já passou, mas o nível de atividade econômica e de emprego não deve aumentar consideravelmente até o fim deste ano, e nossa confiança é que a recuperação econômica aconteça mais fortemente com a renovação política e a retomada das reformas econômicas pelo novo governo, gerando a recuperação do emprego e, portanto, do mercado interno”, analisa Chu.

O Ciesp São Carlos historicamente está ligado ao desenvolvimento do Parque Industrial da cidade e tem um papel importante no desenvolvimento da indústria na região. Fundado em junho de 1949, encabeçou ações que trouxeram várias conquistas para o setor, dentre elas, a instalação da Unidade de Aprendizado Industrial do Senai, a criação do Conjunto Assistencial, Educacional e Esportivo do Sesi e a Consolidação do Distrito Industrial Miguel Abdelnur e Centro Empresarial de Alta Tecnologia (Ceat), dotados de saneamento básico e asfalto, infraestrutura inexistente até meados de 2007.

“Nosso objetivo é procurar alternativas para as preocupações dos industriais, como a crescente perda de competitividade da indústria nacional, alta carga de impostos, altos custos de produção, além de assuntos locais como a infraestrutura oferecida pela cidade e incentivos fiscais, por exemplo”, explica Chu.

DIA DA INDÚSTRIA

O dia 25 de maio foi escolhido para celebrar o Dia da Indústria em homenagem ao empresário e um dos fundadores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Roberto Simonsen. Na década de 1930, ele desempenhou papel fundamental para a consolidação do parque industrial brasileiro. Enquanto o mundo mergulhava na Segunda Guerra Mundial, no período de 1938 a 1945, com a ajuda de Simonsen, o Brasil começou a fabricar produtos que até então tinham que ser importados da Europa e da América do Norte.

Para celebrar o Dia da Indústria e as conquistas do Ciesp local, a entidade promove um jantar comemorativo reunindo industriais, autoridades e convidados de São Carlos e região neste sábado (26). Na ocasião, o empresário Ubiraci Moreno Pires Corrêa, presidente da Prominas Brasil, será homenageado como Industrial do Ano 2018. O título oficial, instituído por lei municipal, será entregue pela Câmara de Vereadores no dia 31 de agosto.

O Ciesp reúne empresas industriais e parceiros ligados ao setor produtivo, dá suporte aos empresários e os representa junto à sociedade e aos governos municipal, estadual e federal. Frequentemente, promove estudos e debates sobre temas de interesse dos associados e é o responsável por levar as demandas do setor às autoridades.

A Regional de São Carlos compreende também Ibaté, Ribeirão Bonito, Dourado, Trabiju, Boa Esperança do Sul, Descalvado, Analândia, Porto Ferreira, Pirassununga e Santa Cruz da Conceição.

Incon participa da 2ª EXPORWORK

Incon participa da 2ª EXPORWORK

Incon participa da 2ª EXPORWORK – Feira Latino-Americana do Trabalho Seguro

De 19 a 21 de Outubro, a equipe da Incon Eletrônica, está participando da EXPOWORK 2017, II Feira Latino-Americana do Trabalho Seguro.
A feira acontece no Pavilhão ANHEMBI - São Paulo, localizado na Av. Olavo Fontoura, 1209 - SP, das 14h às 21h.

A EXPOWORK 2017 traz o conceito de TRABALHO SEGURO. É um conceito extenso, pois não é somente a saúde e segurança do trabalhador que deve ser acompanhada.
Se sua empresa precisa de soluções para atingir o TRABALHO SEGURO, a EXPOWORK é seu lugar.

A Incon Eletrônica, apresenta seus Equipamentos Profissionais para Calor e Ruído, como Audiodosímetro IDAC 100, Termômetro Globo ITEG 500 entre outros.
Além de conhecer os equipamentos, a equipe da Incon estará de prontidão para esclarecer dúvidas dos clientes potenciais e detectar oportunidades de negócios.

Você encontrará o STAND da Incon na Expowork

STAND da Incon na 2ª Expowork.

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